
Gostaria de contratar Jacqueline Fraga para uma palestra? Entre em contato com elizabeth@siloseventos.com.br ou visite www.siloseventos.com.br ou pelos telefones: (19) 99773.6756 e (19) 3251.5221


Gostaria de contratar Jacqueline Fraga para uma palestra? Entre em contato com elizabeth@siloseventos.com.br ou visite www.siloseventos.com.br ou pelos telefones: (19) 99773.6756 e (19) 3251.5221

O dress code, norma que define as roupas permitidas na empresa, está saindo de moda. No último ano, IBM, Itaú e outras gigantes aboliram políticas do tipo.
Sem diretrizes claras, o profissional deve criar seu uniforme -aquele look bonito, rápido de montar e que dá uma dose de confiança.
O primeiro passo é ter um guarda-roupa compacto, em que cada peça renda ao menos três combinações, diz a consultora de estilo Carol Garcia.
Roupa encostada há mais de seis meses e difícil de combinar deve ser doada, aconselha a consultora.
Quem tem dificuldade para escolher os tons corretos pode se inspirar no círculo cromático, um diagrama fácil de encontrar na internet.
Basta associar cores equivalentes, que ficam uma ao lado da outra, para combinações clássicas. Já tons opostos, pelo contraste, são mais ousados.
Quem quer um estilo mais criativo pode escolher uma cor, pular duas e usar a próxima, diz Carol.
“Para substituir o preto, dá para usar azul-marinho ou cinza chumbo como tons neutros”, explica Marcio Banfi, consultor de moda e professor da FASM (Faculdade Santa Marcelina).
Arriscar um pouco no traje é uma forma de não se tornar invisível no escritório, afirma o psiquiatra Guilherme Messas, da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa.
“O indivíduo se apresenta na média, nem abaixo dos outros nem almejando crescer, e terá problemas para se mostrar se quiser algo maior.”
A psicóloga Poliana Dantas, 26, detestava chamar a atenção no banco onde trabalha. A autoestima baixa, conta, a impedia de arriscar além da camisa branca e calça preta.
“Não queria nem me olhar no espelho, então pegava peças no número que achava adequado e levava, sem olhar o caimento. Hoje uso o Pinterest para caçar ideias e me abri a novas combinações.”
Com terapia e a ajuda de uma consultora de estilo, Poliana incorporou saias evasê e camisas vermelhas e estampadas -poás e florais são os favoritos- ao seu uniforme.
Combinar duas estampas é outro jeito de dar graça ao look. Basta procurar cores repetidas em ambas, diz Anna Barros, professora de marketing pessoal, imagem e carreira do Senac. Mas nada de usar desenhos do mesmo tamanho. “Bolinhas com risca de giz e floral ou onça com listras funcionam bem”, afirma.
Na hora de ir às compras, fique atento: um bom armário tem 2/5 de peças básicas, 2/5 de itens que sejam a cara do seu dono, com estampas e cores favoritas, e 1/5 de roupas e acessórios que chamam a atenção, explica Carol.
É bom evitar tecidos 100% sintéticos, que não deixam a pele respirar e duram menos. Lã fria e algodão são opções melhores, diz Banfi, da FASM.
O engenheiro Marcos Mendes, 30, passou a gastar mais com tecidos naturais e observar o caimento das roupas quando virou gestor em uma agência de publicidade.





Como faz questão de levar menos de cinco minutos escolhendo o traje, continuou apostando na calça jeans ou de sarja com camisas ou polos neutras.
“Acho que variar demais a roupa indica que a pessoa não conhece seu próprio estilo. Tenho o meu e o aprimorei”, diz.
Conhecer seu gosto mesmo com tantas tendências é a chave para fugir dos uniformes clichê das profissões, como o paletó com tênis usual dos publicitários.
“Profissionais inseguros, que querem agradar pelo visual, muitas vezes caem nessa armadilha. É uma atitude adolescente”, explica a consultora de moda Biti Averbach.
Sem um código formal de vestimenta imposto pela empresa, a responsabilidade de se vestir bem agora é do funcionário, diz a consultora de moda Fernanda Luchesi, especialista na área corporativa.
É importante equilibrar gosto pessoal com a cultura da companhia, diz Priscila Citera, consultora de moda que trabalhou 11 anos na área de RH.
“A organização observa se aquele candidato se encaixa com a equipe, mas ela quer ver a personalidade da pessoa de verdade, e isso inclui o vestir”, afirma.
Segundo Fernanda, saber se vestir é uma das habilidades comportamentais mencionadas pelos departamentos de RH. “Sem boa aparência, comportamento e comunicação, a carreira pode estagnar.”
Artigo de Anna Rangel
São Paulo
Fonte: Folha de São Paulo (link da matéria original)
[1 de 12]


Objetivo:
Através dos rostos (formato, linhas, medidas, marcas de expressão, etc.), identificar os temperamentos e, assim, as tendências de comportamento e aptidões das pessoas a seu redor, profissional ou pessoalmente.
Desta forma, adaptar sua abordagem e linguagem não-verbal ao seu cliente e, além disso, se antecipar a algumas reações dele. Assim, certamente seus resultados serão potencializados.
Programação:
Conhecendo as linhas e as formas no rosto e seus significados
O que é Visagismo e Neurovisagismo?:
Os três níveis faciais;
Formatos de rosto;
Os temperamentos;
Temperamentos – Como identificar o seu e dos outros;
O olho dominante;
Fisiognomonia – cabelos, testa, sobrancelhas, olhos, nariz, boca, queixo,
orelhas, linhas de expressão;
Microexpressões;
Linguagem não verbal:
Exercícios práticos.

Ministradores:
Profa. Jacqueline Fraga
Jornalista e Palestrante especialista em Linguagem Não-verbal e Análise Facial. Coach de Gestão Integrada da Imagem. Pós Graduada com chancela da Harvard Business School.
Profa. Ana Paula Gaiato
Graduada e Mestre pela USP em Zootecnia. Visagista com chancela da ANV (Associação Nacional dos Visagistas), Pós graduada em Visagismo com chancela da Harvard Business School. Professora da pós-graduação em Visagismo e em Farmácia Estética (Faculdade Oswaldo Cruz), palestrante em temas como “Análise Facial”, “Linguagem não verbal”, “Microexpressões” e “Neurovisagismo”.

Jacqueline Fraga e Elizabeth Silos no evento “Visagismo para Negócios”.
Gostaria de contratar Jacqueline Fraga para uma palestra? Entre em contato com elizabeth@siloseventos.com.br ou visite www.siloseventos.com.br ou pelos telefones:
(19) 99773.6756 e (19) 3251.5221