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MERCADO DE TRABALHO usa eneagrama na otimização de tarefas

Com a constante mudança no mercado de trabalho e nas empresas, a pressão em cada funcionário cresce de maneira diferente, mas, ainda assim, os atinge com força. A crise financeira que chegou ao Brasil nos últimos anos tem causado ainda mais preocupação aos funcionários, que entram e saem tensos de seus escritórios, receosos do futuro.
A indústria mais próxima de seu trabalhador vem se tornando um conceito comum, permitindo grandes flexibilidades, como o espaço destinado às crianças, filhas de trabalhadores, dentro de empresas no Japão, ou o tão conhecido home office, o que, há menos de uma década, não era considerado uma ação viável.
Hoje, muitas empresas buscam otimizar seu trabalho com as pessoas que fazem parte dela de diversas maneiras, e muitas apostam no usam do eneagrama para estabelecer essa relação sadia.
O eneagrama, símbolo processual usado há mais de 2.500 anos, utilizado pela empresa, é um mapa de personalidade, embora possa ser usado para a compreensão e estudo de qualquer processo contínuo. Formada por um círculo, um triângulo e um hexade, a figura está presente em diversas tradições antigas, desde o pensamento grego de Pitágoras e Platão às filosofias herméticas e gnósticas, passando pelo judaísmo, cristianismo e islamismo.
De acordo com o eu é proposto pela figura, existem nove tipos de personalidades: o perfeccionista; o prestativo; o bem-sucedido; o romântico; o observador; o questionador; o sonhador; o confrontador; e o preservacionista. Cada uma dessas personalidades é diretamente ligada a um vício emocional, e isso acarretam qualidades positivas e negativas em sua vida pessoal e profissional.
O IEneagrama, empresa que faz uso da figura para realizar um trabalho de treinamento de desenvolvimento pessoal, usa o eneagrama para conectar as personalidades dos funcionários com os objetivos de seus clientes.
Para isso, a empresa, em suas soluções empresariais, cria um contato direto com os gestores de uma companhia, indicando os pontos positivos e negativos, e trabalhando em formas de aprimorar seus resultados. Sendo assim, os gestores voltam para seus ambientes de trabalho com uma visão diferente, olhando para cada um de seus funcionários de maneira pessoal e individual, considerando seus pontos fracos e fortes para a criação de melhores resultados conjuntos.
Na Região Metropolitana de Campinas (RMC), o instituto tem deixado sua marca nas empresas. Com clientes como a Romana e a Unilever, os resultados apresentados são positivos, gerando um aumento no faturamento. A franquia foi trazida para a cidade, de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, por Caroline Câmara, até então administradora, que, durante um treinamento aberto para o qual havia levado sua filha, encontrou muitas respostas sobre si mesma.
Aqui, juntou-se a Luisa Mandetta e Luana Scarparo, que começaram a fazer o instituto progredir na região. Luisa, engenheira de alimentos, sentiu que algo faltava durante seus seminários nas empresas, e encontrou a resposta no eneagrama, passando a trabalhar para esta finalidade.
Já Luana, psicóloga, recebeu a indicação de uma amiga, e quis se aprofundar.
Tentando trazer uma franquia do instituto para Ribeirão Preto, onde morava, ela foi até o treinamento em São Paulo, onde conheceu Caroline, que já trabalhava com o conceito em Campinas. “Fez com que a minha visão de mundo mudasse”, explicou a diretora.
Segundo ela, a função do treinamento é aprender com a gestão emocional, gerando desenvolvimento pessoal positivo. “Ajuda o funcionário a entender, por exemplo, por que ele não está atingindo seus objetivos na empresa. Será que ele tem indolência e não se posiciona? São coisas nesse sentido que vão mudando”, finalizou.
 
Por Beatriz Maineti